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Parte 7: Placas Mãe

A função da placa mãe é criar meios para que o processador possa comunicar-se com todos os demais periféricos do micro com a maior velocidade e confiabilidade possíveis. O nome “placa mãe” é mais do que justo, já que todos os demais componentes são encaixados nela.
O suporte a novas tecnologias, as possibilidades de upgrade e, até certo ponto, a própria performance do equipamento, são determinados pela placa mãe.


Formatos

Atualmente, encontramos à venda, tanto placas no formato AT, mais antigo, quanto no formato ATX. Os dois padrões se diferenciam basicamente pelo tamanho: as placas adeptas do padrão ATX são bem maiores, o que permite aos projetistas criar placas com uma disposição mais racional dos vários componentes, evitando que fiquem amontoados.  Os gabinetes para placas ATX também são maiores, o que permite uma melhor ventilação.


Outra grande diferença fica por conta da fonte inteligente usada nos gabinetes ATX. O uso da fonte ATX permite que o micro seja desligado via software, possa ser programado para ligar sozinho em horários determinados, etc. recursos que até algum tempo atrás só podiam ser encontrado nos micros de grife.

Apesar de ainda podermos encontrar à venda placas mãe em ambos os padrões, a tendência é que o padrão AT seja completamente substituído pelo ATX.
Um terceiro padrão que vem se tornando comum é o micro ATX, uma variação do ATX, que consiste em placas ATX menores, mais ou menos do tamanho de uma placa AT. Estas placas podem ser instaladas em gabinetes AT comuns, mas de qualquer forma é preciso usar uma fonte ATX.

 
Micro ATX


Componentes da Placa Mãe

Independentemente de seu formato ou modelo, encontramos basicamente sempre os mesmos componentes numa placa mãe. Temos: Slots ISA, PCI e AGP para o encaixe de placas de vídeo, de som, modems e outros periféricos; soquetes para o encaixe de módulos de memória e também do processador; portas seriais e paralelas, controladora de drives de disquetes, interfaces IDE, conectores para o teclado e fonte de alimentação, portas USB, reguladores de tensão e, é claro, o BIOS e o Chipset.


Chipset

Seguramente o chipset é o componente mais importante da placa mãe, pois é ele quem comanda todo o fluxo de dados entre o processador, as memórias e os demais componentes. Os barramentos ISA, PCI e AGP, assim como as interfaces IDE, portas paralelas e seriais, além da memória RAM e do cache, são todos controlados pelo chipset.
O chipset é composto internamente de vários outros pequenos chips, um para cada função que ele executa. Temos um chip controlador das interfaces IDE, outro controlador das memórias, etc. Daí o nome Chipset, ou "conjunto de chips". Existem vários modelos de chipsets. Nas placas para processadores Pentium III por exemplo, temos uma predominância dos chipsets i440BX, Via Apollo Pro 133, i810 e i815.
O Chipset também determina quais as frequências de barramento a placa mãe irá suportar, e consequentemente,  quais processadores poderão ser usados. As placas mãe para Pentium II equipadas com o chipset LX por exemplo, são capazes de funcionar a apenas 66 MHz, suportando apenas o Pentium II de até 333 MHz e o Celeron. Placas equipadas com o Chipset BX já suportam barramento de 100 MHz, podendo suportar todos os processadores Pentium II, além do Celeron e do Pentium III.
Quando for adquirir uma placa mãe, procure saber qual é o chipset utilizado, e quais processadores ela suporta.


BIOS

BIOS significa “Basic Input Output System”, ou, em Português, “sistema básico de entrada e saída”. O BIOS é a primeira camada de software do sistema, a mais intimamente ligada ao hardware, e é encarregado de reconhecer os componentes de hardware instalados, dar o boot, e prover informações básicas para o funcionamento do micro.
O BIOS é gravado em um pequeno chip instalado na placa mãe. Cada modelo de BIOS é personalizado para um modelo específico de placa, não funcionando em nenhum outro. Assim como o cartão de crédito e a escova de dentes, o BIOS é “pessoal e intransferível”.
Muitos dos recursos do BIOS podem ser configurados. Para facilitar esta tarefa, utilizamos mais um pequeno programa, chamado Setup. Para entrar no Setup, basta pressionar a tecla DEL durante a contagem de memória.
Quando inicializamos o sistema, o BIOS conta a memória disponível, identifica dispositivos plug-and-play instalados no micro e realiza uma checagem geral dos componentes instalados. Este procedimento é chamado de POST (Power-on Self Test) e se destina a verificar se existe algo de errado com algum componente, além de verificar se foi instalado algum dispositivo novo. Somente após o POST, o BIOS entrega o controle do micro ao Sistema Operacional. Surge então a mensagem:  “Iniciando o Windows 98”, ou qualquer outra, dependendo do sistema operacional instalado.

Cache L2

O cache começou a ser utilizado apartir dos micros 386. Inicialmente o cache fazia parte da placa mãe, sendo formado por alguns chips soldados a ela. Apartir do 486, tivemos uma pequena quantidade de cache integrada ao próprio núcleo do processador, mas, continuamos usando cache na placa mãe. Tivemos então a distinção entre o cache L1 integrado ao processador e o cache L2 que fazia parte da placa mãe.
Com o avanço das técnicas de produção, os processadores passaram a utilizar multiplicadores cada vez maiores, fazendo com que o cache L2 integrado à placa mãe fosse tornando-se cada vez mais ineficiente, já que ele trabalhava a 66 ou a 100 MHz, na mesma frequência da placa mãe, enquanto o processador operava a uma frequência muito maior.
Tivemos então a segunda mudança da história do cache: integrar também o cache L2 ao processador, o que permite manter o cache funcionando sempre à metade da frequência do processador (como no Pentium II) ou mesmo integrar cache capaz de acompanhar a frequência do processador (como no Celeron com cache ou no Pentium III Coppermine).
Como já temos cache em quantidade e velocidade suficiente integrado ao processador, não é mais preciso integra-lo à placa mãe.  Com excessão das placas mãe soquete 7, usadas em conjunto com o K6-2, K6-3 e processadores soquete 7 antigos, nenhum modelo de placa mãe vendido atualmente traz cache L2.
Porém, a dois ou três anos atrás, na época dos Pentium MMX’s e K6’s o  cenário era bem diferente. Ninguém pensava e comprar uma placa mãe que não trouxesse pelo menos 512 KB de cache L2.
Algumas placas mãe um pouco mais antigas, não vêm com cache algum, trazendo em seu lugar, um encaixe para um módulo COAST (Cache On a Stick). Neste caso, o módulo de memória cache deve ser adquirido separadamente. Os módulos COAST são difíceis de encontrar e razoavelmente caros. Um módulo de 512 KB, por exemplo, custa entre 30 e 40 reais.
Apesar de não serem mais fabricadas placas mãe com soquetes para módulos COAST, é bem possível que você se depare com uma ao mexer em um micro um pouco mais antigo.
Existem também, casos de placas mãe com chips falsos de cache. Ao invés de módulos de memória cache, temos soldados na placa mãe encapsulamentos ocos, com a inscrição “Write Back” em baixo relevo. Durante o POST, o suposto cache é também identificado como “Write Back”, apesar de não existir cache algum.
Este tipo de golpe foi muito utilizado em placas mãe mais baratas, principalmente as fabricadas entre 94 e 97. Para reconhecer uma placa mãe deste tipo, basta verificar se existe a inscrição “Write Back” estampada nos módulos de cache ou se o cache é identificado como “Write Back” na tela de relatório do POST.

 

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Parte 01 - Conhecendo os Componentes
Parte 02 - Iniciando a Montagem
Parte 03 - A - Processadores
Parte 04 - B - Processadores
Parte 05 - Memoria RAM
Parte 06 - Disco Rigido
Parte 07 - Placas Mãe
Parte 08 - Placas de Video e Monitores
Parte 09 - Outros Periféricos
Parte 10 - Setup
Parte 11 - Gravando em CD

 
 

 

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