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Parte 9: Outros periféricos. Escolhendo a melhor configuração

Já estudamos o funcionamento de todos os componentes básicos de um PC: processador, placa mãe, discos rígidos, memórias, placas de vídeo e monitores. Finalizando a parte teórica deste curso, vou agora falar um pouco sobre gravação de CDs, DVDs, Placas de som, modem, acesso rápido, e, para concluir algumas dicas de upgrade.


  Cd e Gravação de CD

Além dos CDs prensados, existem também os CDs graváveis, que são vendidos como discos virgens e podem ser gravados uma única vez num gravador de CD-ROM, que ao invés de “prensar” o CD, grava os dados através de um feixe laser mais forte, que queima alguns pontos da camada de gravação do CD, substituindo os sulcos. Existem também os CDs regraváveis que, assim como um disquete, podem ser gravados e regravados várias vezes em um CD-RW.
O que muda de um CD gravável para um regravável é apenas a camada de gravação. Num CD virgem comum, a camada de gravação é composta por material orgânico, um tipo de plástico ou combustível, que se queima com o laser do gravador, tornando-se inalterável. A substância usada nos CDs regraváveis por sua vez pode alternar entre um estado opaco e outro cristalino, de acordo com a intensidade do laser. Esta variação é quem permitem que eles sejam regravados várias vezes.
Praticamente todos os gravadores podem trabalhar com os dois tipos de mídias, mas em geral a velocidade de regravação é bem mais baixa que a velocidade de gravação. Outro problema  é que por possuírem uma refração de luz bem menor, as mídias regraváveis não são lidas em vários leitores de CD.
Gravar CDs é um processo bem simples. Basta instalar o gravador, como se fosse um drive de CD comum. Depois de instalado, o Windows reconhecerá o gravador, mas como um simples leitor de CDs, quem reconhecerá a verdadeira identidade do gravador será programa de gravação. Existem vários programas de gravação disponíveis no mercado, mas o mais comum e mais fácil de usar é o Easy CD Creator, programa que acompanha a maioria dos gravadores. Basta instalar o programa e começar a queimar seus CDs.
Um CD-ROM de boa qualidade pode durar mais de um século, desde que seja bem conservado. Além de tomar cuidado com arranhões, você deve evitar expor seu CD diretamente ao sol quente ou outras fontes de calor, pois o calor pode fundir a camada reflexiva, inutilizando o CD. CDs gravados são especialmente sensíveis.

Os primeiros drives de CD-ROM eram capazes de ler dados a 150 KB/s. A próxima geração de drives já era capaz de ler dados a cerca de 300 KB/s, o dobro. Estes “novos” drives passaram então a ser chamados de CD-ROMs 2X, já que eram duas vezes mais rápidos que os originais. Em seguida começaram a aparecer drives com taxas de leitura de 600 KB/s ou 900 KB/s, sendo chamados respectivamente de 4x e 6x. Um drive de 32x deve ser capaz de ler dados a 4800 KB/s e assim por diante.

Este mesmo padrão de velocidade aplica-se também aos gravadores de CD. Um aparelho vendido como “8x/4x/32x”  por exemplo, pode gravar CDs a 8x, regravar a 4x e ler a 32x. 


  DVD

Originalmente, o DVD foi concebido para armazenar filmes e substituir as fitas de vídeo comuns. Apesar de grande, a capacidade de um CD comum é suficiente para armazenar apenas poucos minutos de vídeo de alta resolução, enquanto um DVD pode armazenar mais de 2 horas de vídeo com 500 linhas horizontais de resolução, o dobro da resolução de  um vídeo cassete comum. Outro recurso interessante do DVD é a possibilidade de serem gravadas 8 dublagens e até 32 opções de legenda junto com o filme.
Existem 4 tipos de DVD, que diferem na capacidade. O DVD 5 é capaz de armazenar 4,7 GB de dados ou 133 minutos de vídeo. O DVD 10 utiliza a mesma tecnologia do DVD 5, mas nele são usados os dois lados do disco, dobrando a capacidade, temos então 9,4 GB de dados ou 266 minutos de vídeo. Temos também o DVD 9 e o DVD 18, que são capazes de armazenar respectivamente 8,5 e 17 GB de dados.
Fisicamente, um DVD é muito parecido com um CD comum, a diferença é que os sulcos na mídia são bem menores e mais próximos uns dos outros. Enquanto no CD cada bit óptico mede 0,83 nm (nanômetros), de comprimento e 1,6 nm de largura, num DVD cada ranhura mede apenas 0,4 nm x 0,74 nm, permitindo gravar muito mais dados no mesmo espaço físico.


Atualmente estamos vendo a popularização de um novo formato de compactação de vídeo, que atinge níveis de compactação bem superiores ao do MPEG2 usado no DVD, o “Divx;-)” (com o sorrisinho no final), que permite gravar duas horas de filme, com uma qualidade próxima à do DVD num CD-ROM comum. O Divx;-) começou sendo usado para a pirataria, mas é bem provável que com o passar do tempo ele passe a ser utilizado para a venda de filmes, transmissão via Internet, etc. Se você trabalha com produção de vídeos ou filmes, pode usar o novo formato para vender seus trabalhos em CD-ROM, que qualquer um que tenha micro vai poder assistir. Você pode encontrar os programas necessários e alguns tutoriais no http://www.divx-digest.com/


  A evolução das placas de som

Depois de quase uma década de domínio das placas de som ISA, com destaque para as placas da família Sound Blaster, finalmente estamos vendo uma grande popularização das placas de som PCI. Na verdade, elas já são  a grande maioria. Está tornando-se cada vez mais difícil encontrar modelos antigos à venda. 
Afinal, se temos placas de vídeo PCI e placas SCSI PCI, por que não termos também placas de som PCI? A primeira resposta que vem à mente, é que por serem periféricos lentos, o barramento ISA já é mais do que suficiente para elas. Até certo ponto, este raciocínio é verdadeiro, realmente, as primeiras placas de som não possuíam muito poder de processamento, e consequentemente não precisavam de um barramento de dados muito largo.
Existem porém, várias razões mais fortes para que as placas de som atuais sejam produzidas apenas em versão PCI: a primeira é que o barramento ISA é cada vez mais raro nas placas mãe recém lançadas, e a tendência geral é que ele deixe de fazer parte das placas mãe novas (já era hora), por isso, uma placa de som ISA já sairia da fábrica condenada a ser trocada por outra PCI no próximo upgrade.
A segunda é que o barramento PCI permite transferências de dados com uma utilização de processador muito menor do que as mesmas transferências realizadas através do barramento ISA. Isto significa que uma placa de som PCI carrega muito menos o processador durante a reprodução dos sons, ajudando a melhorar a performance geral do equipamento.
Finalmente, a terceira razão é que as placas atuais possuem um poder de processamento incomparavelmente superior ao das placas do início da década de 90, precisando de muito mais banda que os 16 MB/s permitidos pelo barramento ISA. Uma Sound Blaster Live por exemplo, possui um poder de processamento estimado de 1 Gigaflop, mais de 30 vezes o poder de processamento de uma Sound Blaster 16 lançada no início dos anos 90. Na verdade, 1 Gigaflop é bem mais inclusive do que muitos processadores modernos. Para você ter uma idéia, um Pentium 100 tem apenas 0.2 Gigaflop de poder de processamento.

Mas afinal, no que é utilizado todo este poder de processamento, já que uma simples SB16 de 10 anos atrás já é capaz de reproduzir música com qualidade de CD?

  Placas de Som 3D

Mostrar imagens no monitor qualquer placa de vídeo ISA faz, mas conforme o poder de processamento das placas foi evoluindo, não bastava mais apenas mostrar imagens no monitor, a placa deveria também ser capaz de gerar gráficos em 3 dimensões. Hoje em dia, não basta apenas gerar imagens 3D, uma boa placa tem que gerar imagens de boa qualidade e com um alto frame rate.
Se podemos ter placas de vídeo 3D, capazes de tornar mais reais as imagens dos jogos e aplicativos 3D,  por que não ter também placas de som 3D? Os sons do mundo real vêem de todos os lados, se alguém vier andando atrás de você, mesmo não vendo a pessoa você saberá que tem alguém apenas prestando atenção na direção do som. Por que não ter este mesmo efeito nos jogos tridimensionais? O som em três dimensões realmente dá uma nova perspectiva ao jogo, tornando-o muito mais imersivo e real, parece um pouco difícil de acreditar, mas experimente ver isso em ação. Nas palavras de um gamemaníaco : “Os sons do Quake 3 e do Half Life ficam ANIMAIS... Você ouve certinho onde os caras estão!”... “Da pra levar uma boa vantagem no Deathmatch”
Assim como nas placas de vídeo 3D, os efeitos sonoros em 3D são atualmente usados apenas em jogos. Ouvindo músicas em MP3 ou um CD de música a qualidade de som continua sendo a mesma.

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Parte 01 - Conhecendo os Componentes
Parte 02 - Iniciando a Montagem
Parte 03 - A - Processadores
Parte 04 - B - Processadores
Parte 05 - Memoria RAM
Parte 06 - Disco Rigido
Parte 07 - Placas Mãe
Parte 08 - Placas de Video e Monitores
Parte 09 - Outros Periféricos
Parte 10 - Setup
Parte 11 - Gravando em CD

 
 

 

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