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Curso de manutenção de computadores
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Este tipo de memória pode ser encontrado em módulos de 30 ou 72 vias, quase sempre com tempos de acesso de 80 ou 70 nanossegundos.


Memórias EDO (Extended Data Output)

Apesar de também já estar ultrapassado, este tipo de memória ainda é muito usado atualmente, sendo fabricado em velocidades de 70, 60 e 50 nanos, com predominância dos módulos de 60. A diferença entre a memória FPM e a EDO, é que a EDO possui várias melhoras na arquitetura, que a tornam cerca de 20% mais rápida que as antigas FPM.
Você encontrará memórias EDO na forma de módulos de 72 vias. Apesar de também terem sido fabricados módulos de 168 vias com memórias EDO, estes são muito raros.
Todos os módulos de 30 vias são de memórias FPM, enquanto (com exceção de alguns módulos antigos) todos os de 168 vias são de memórias SDRAM. A confusão existe apenas nos módulos de 72 vias, que podem ser tanto de memórias EDO quanto de memórias FPM. Para saber quem é quem, basta verificar o tempo de acesso. Todo módulo de memória traz seus dados estampados nos chips, na forma de alguns códigos, o tempo de acesso é indicado no final da primeira linha (ou na segunda linha em alguns módulos). Se ela terminar com –7, -70, ou apenas 7, ou 70, o módulo possui tempo de acesso de 70 nanos. Se por outro lado a linha terminar com –6, -60, 6 ou 60 o módulo é de 60 nanos.
Como quase todos os módulos de 70 nanos são de memórias FPM, e quase todos os módulos de memórias EDO são de 60 nanos, você pode usar este método para determinar com 98% de certeza o tipo de memória usada.


Memórias SDRAM (Synchronous Dynamic RAM)

Tanto as memórias FPM quanto as memórias EDO são assíncronas, isto significa que elas trabalham em seu próprio ritmo, independentemente dos ciclos da placa mãe. Isto explica por que memórias FPM que foram projetadas para funcionar em placas para processadores 386 ou 486 (que trabalham a 25 ou 33 MHz), podem ser usadas sem problemas em placas para processadores Pentium, que funcionam a 66 MHz.

Na verdade, as memórias continuam funcionando na mesma velocidade, o que muda são os tempos de espera que passam a ser mais altos. Assim, ao invés de responder a cada 3 ciclos da placa mãe, por exemplo, elas podem passar a responder a cada 6 ciclos, funcionando normalmente. As memórias SDRAM por sua vez, são capazes de trabalhar sincronizadas com os ciclos da placa mãe, sem tempos de espera. Isto significa, que a temporização de uma

memória SDRAM é sempre de uma leitura por ciclo. Independentemente da velocidade da placa mãe.
Como é preciso que a memória SDRAM a ser usada seja rápida o suficiente para acompanhar a placa mãe, encontramos no mercado versões com tempos de acesso entre 15 e 6 nanossegundos. Para saber o tempo de acesso de cada módulo, basta olhar o final da primeira linha do código, que terminará com –15, -12, -10, -9, -8, -7 ou -6, indicando que o módulo possui (respectivamente) tempos de acesso de 15, 12, 10, 9, 8, 7 ou 6 nanos.
Para determinar a velocidade máxima de operação de uma memória SDRAM, basta dividir 1000 pelo seu tempo de acesso: uma memória SDRAM com tempo de acesso de 15 nanos poderia funcionar a apenas 66 MHz, já que 1000/15 = 66. Outra com tempo de acesso de 12 nanos já poderia funcionar a 75 ou até 83 MHz, já que 1000/12 = 83. Para confirmar a validade deste cálculo, basta dividir 1 segundo por 83.000.000 de ciclos da placa mãe e teremos justamente 12 nanos.
Vale lembrar que estes valores são apenas teóricos; uma memória SDRAM PC-66, com tempo de acesso de 10 nanos por exemplo, não tem garantido o seu funcionamento em uma placa mãe que opere a 100 MHz, como as usadas em processadores Pentium II (acima de 350 MHz), K6-2, Pentium III etc. pois foi projetada para ter seu funcionamento garantido a apenas 66 MHz.


PC-66 x PC-100 x PC-133

Conforme os processadores foram evoluindo, foi preciso aumentar também a velocidade de acesso à memória. Inicialmente saltamos de 66 para 100 MHz e agora estamos nos 133 MHz. Assim como a placa mãe precisa ser capaz de suportar as freqüências mais altas, as memórias também devem ser capazes de acompanhar, já que como vimos as memórias SDRAM funcionam sincronizadas com os ciclos da placa mãe.
Você encontrará no mercado memórias PC-66, PC-100 e PC-133. As memórias PC-66 suportam apenas bus de 66 MHz, sendo utilizáveis em conjunto com o Celeron ou com o Pentium II de até 333 MHz; as memórias PC-100 podem ser utilizadas com a maioria dos processadores atuais, enquanto as memórias PC-133 são requisito nas versões do Pentium III que utilizam bus de 133 MHz, como o Pentium III de 933 MHz.
Vale lembrar que memórias PC-133 funcionam normalmente em placas mãe com bus de 66 ou 100 MHz, assim como as memórias PC-100 trabalham normalmente a 66 MHz. Existe uma freqüência máxima, mas freqüências menores também são suportadas. Você pode inclusive misturar módulos DIMM de tempos diferentes na mesma placa mãe, desde que nivele por baixo, ou seja, utilize uma freqüência de barramento compatível com o módulo mais lento.

Existem alguns casos de incompatibilidades entre algumas marcas ou modelos de módulos de memória e alguns modelos específicos de placas mãe, assim com em algumas combinações de módulos de marcas diferentes. Por isso, em algumas combinações pode ser que o micro não funcione, mas bastará trocar os módulos de memória por outros de marca diferente. Existem também alguns casos de placas mãe
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Parte 01 - Conhecendo os Componentes
Parte 02 - Iniciando a Montagem
Parte 03 - A - Processadores
Parte 04 - B - Processadores
Parte 05 - Memoria RAM
Parte 06 - Disco Rigido
Parte 07 - Placas Mãe
Parte 08 - Placas de Video e Monitores
Parte 09 - Outros Periféricos
Parte 10 - Setup
Parte 11 - Gravando em CD

 
 

 

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