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Manual De Interrogatório
Material de Curso do Manual de
Interrogatório Gratuito

 




COMBATE A SUBVERSÃO E AO TERRORISMO E ELIMINAR CAUSAS E
CONSEQÜÊNCIAS DANOSAS AOS SEUS PAÍSES.

O processo apresentado neste documento é, acima de tudo, uma
forma humana, consentânea com a mentalidade brasileira e com nossas tradições cristãs. É, entretanto, um método duro, frio e objetivo. Deve ser estudado com vistas a sua atualização e adaptação às nossas reis necessidades. É, sobretudo, um processo que visa a:

—destruir a resistência de um indivíduo obstinado, sem usar processos
desumanos; e
—obter o máximo de informações úteis e verdadeiras, dentro do prazo mais curto possível.
d. Interrogar é uma ciência e como tal exige para sua consecução:
—homens capazes, inteligentes e experientes;
—instalações adequadas;
—atualização constante;
—paciência, persistência e pertinácia;
—conhecimentos especializados;
—inteligência acima da força bruta; e
—objetivos de informações definidos e prioritários.

ANEXO NO 1

FASES DO INTERROGATÓRIO EM OPERAÇÕES MILITARES

ANEXO NO 2

ORGANIZAÇÃO DE UMA UNIDADE DO SERVIÇO DE
INTERROGATÓRIO DAS FFAA (USIFA)

ANEXO NO 3


FASES DO INTERROGATÓRIO EM OPERAÇÕES DE SEGURANÇA
INTERNA

(1) Pode ser liberado após este estágio, ou ficar detido aguardando o
processo criminal.

ANEXO NO 4

MÉTODOS INIMIGOS DE INTERROGATÓRIO E DOUTRINAÇÃO

INTRODUÇÃO
1. O inimigo freqüentemente combinará os processos de interrogatório
e doutrinação. O que começa como um esforço diretamente dirigido para extrair informações militares pode transformar-se numa tentativa de conversão, por exemplo, para o Comunismo. A recíproca é igualmente verdadeira. É mais difícil enfrentar este processo combinado do que ao interrogatório militar comum. Os países não comunistas utilizam uma estruturação de interrogatório militar basicamente similar à dos países comunistas, embora não utilizem a parte referente à doutrinação política.


O PROCESSO DE INTERROGATÓRIO

2. Pesquisa. Nossos inimigos potenciais estão engajados num processo
contínuo de pesquisa, reunindo informações sobre personalidades e
organizações. O efeito da confrontação, de um prisioneiro despreparado, com
um bom conhecimento de seu passado pode ser destruidor para o seu moral e, conseqüentemente, para a sua determinação.

3. Exibição de eficiência. Desde o momento da captura dos prisioneiros,
e em todos os escalões, o inimigo tentará impressioná-los com a exibição de
implacável eficiência militar.

4. Seleção. O inimigo empregará um processo de seleção para determinar
a seqüência na qual serão interrogados os prisioneiros e, quando o mecanismo de interrogatório estiver saturado, para decidir quais prisioneiros serão interrogados. A seleção se baseará nos seguintes princípios:

a. Pessoal que provavelmente possui a informação necessária.

b. Pessoal que mais provavelmente divulgará esta informação.

O interrogatório inimigo se baseia na descoberta, e subseqüente
exploração, das fraquezas humanas. Durante o processo de seleção será avaliado o caráter de todos os prisioneiros. Desta avaliação dependerá o tipo e a seqüência de técnicas aplicadas a cada prisioneiro.

5. Tipos de interrogatório. Os interrogadores variam consideravelmente
na abordagem e na técnica. Muitos deles são também extremamente flexíveis. As técnicas de interrogatório podem, também, variar, consideravelmente, mas podem ser relacionadas aos seguintes tipos gerais:

a. Frio, persistente, impiedoso;
b. Arrogante e fanfarrão;
c. Aparentemente tolo; e
d. Gentil, simpático.
6. Meios auxiliares do interrogatório. O interrogador, além de grande
variedade de técnicas, dispõe de muitos meios auxiliares materiais. Estes meios incluem:
a. Microfones;
b. Espelhos falsos; e
c. Elemento infiltrado na cela do prisioneiro.

7. O inimigo, considerando que os prisioneiros não desejarão de início
cooperar com ele, tentará fazê-los mudar de ponto de vista por u processo de condicionamento. Este pode ser feito através do ambiente, por pressões físicas ou por ação direta em suas mentes.

8. Condicionamento através do ambiente. Pode ser aplicado por
intermédio de:

a. Ambiente miserável e sórdido;
b. Instalações sanitárias inadequadas; e
c. Condições inadequadas de iluminação, aquecimento, ventilação, etc.
9. Condicionamento físico. Durante este condicionamento o prisioneiro
pode ser sujeito a:

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